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Dia Mundial do Sorriso: o CROSP põe o foco em quem tem menos acesso
Dor, perda dentária e lesões que não cicatrizam limitam função e convívio; o conselho destaca o papel das organizações do terceiro setor para reduzir barreiras de acesso.

O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo aproveitou o Dia Mundial do Sorriso para falar de algo menos simpático que a data: o efeito das condições bucais sobre a vida das pessoas.
Dor, perda dentária e outras condições geram limitações funcionais, constrangimento e insegurança, afirma Domenico Antonio Donina Rodrigues, da Comissão Temática do Terceiro Setor do conselho. O impacto não se restringe à mastigação: alcança a fala, a comunicação social e a autoestima.
A nota chama atenção para as populações vulneráveis, onde a doença bucal se soma a dificuldades econômicas e sociais e forma uma barreira dupla. Nesse ponto, o conselho reconhece o papel complementar das organizações do terceiro setor na redução das barreiras de acesso ao cuidado.
Entre as recomendações diárias estão o uso de dentifrício fluoretado, o fio dental, as consultas regulares e a atenção à dieta. A frequência das consultas deve ser individualizada conforme o risco, e o conselho orienta avaliação imediata diante de dor persistente, sangramento gengival, mobilidade dentária ou lesão bucal que não cicatriza.
Por que importa: a lesão que não cicatriza em duas semanas é o sinal que mais se perde no caminho, e repetir esse critério ao paciente custa pouco.
O que conferir: os sinais de alerta que o conselho lista e como você os comunica na sala de espera.