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CROSP reforça a odontogeriatria no Dia Internacional do Idoso
O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo destaca o avanço da odontogeriatria: pacientes idosos mais ativos, polifarmácia e reabilitação com implantes exigem um olhar clínico mais amplo.

O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) aproveitou o Dia Internacional do Idoso, celebrado em 1º de outubro, para destacar a evolução da odontogeriatria no Brasil. Segundo o conselho, a especialidade deixou de se limitar à reposição de dentes perdidos e hoje exige um olhar sobre a saúde física, psíquica e social do paciente idoso como um todo.
O CROSP observa uma mudança de perfil: o mito de que a velhice leva inevitavelmente ao edentulismo, ou seja, à perda total dos dentes, já não corresponde ao idoso de hoje, mais ativo e mais atento à relação entre a saúde da boca e a saúde geral. Esse paciente, porém, traz desafios próprios ao consultório. A polifarmácia, comum entre idosos com doenças crônicas, pode causar candidíase, boca seca e alteração do paladar, e exige do dentista um manejo clínico mais cuidadoso.
A reabilitação com implantes também pede atenção redobrada: o conselho lembra que a indicação precisa considerar a capacidade funcional futura do paciente, não só a situação no momento da consulta.
Por que importa: o consultório recebe cada vez mais pacientes idosos, e ignorar a polifarmácia ou a capacidade funcional ao planejar um tratamento pode comprometer o resultado.
O que conferir: a nota completa do CROSP sobre odontogeriatria e cuidados integrados na terceira idade.
Via: Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), 1 de outubro de 2026