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Anestesia intrasseptal superou a intraligamentar em diabéticos tipo 2, com 120 pacientes
Ensaio randomizado comparou as duas técnicas com entrega computadorizada para exodontia; a intrasseptal teve mais sucesso no pré-molar inferior e anestesia mais duradoura.

Um ensaio clínico randomizado e cego de centro único comparou duas técnicas anestésicas em pacientes com diabetes tipo 2 controlado. O trabalho saiu na Frontiers in Oral Health em 24 de agosto de 2026.
Participaram 120 adultos, distribuídos aleatoriamente entre anestesia intrasseptal e anestesia intraligamentar. Em ambos os casos a entrega foi feita por sistema computadorizado, e o desfecho avaliado foi a exodontia de incisivos laterais superiores e primeiros pré-molares inferiores.
Nos incisivos laterais superiores, a intrasseptal alcançou 100% de sucesso contra 93,3% da intraligamentar. Nos primeiros pré-molares inferiores a diferença foi maior: 93,3% contra 70%.
A duração da anestesia de tecidos moles também favoreceu a intrasseptal: 60,5 minutos contra 46,2 nos incisivos superiores, e 55,8 contra 45,8 nos pré-molares inferiores. O campo anestésico foi significativamente mais amplo com a intrasseptal nos dois tipos de dente. Do ponto de vista cardiovascular, as duas técnicas se mantiveram amplamente estáveis.
Por que importa: no paciente diabético, falhar a anestesia significa repetir a punção e prolongar o procedimento. A diferença de 23 pontos no pré-molar inferior é grande o bastante para mudar a escolha.
O que conferir: o artigo na Frontiers in Oral Health.